É. Já me disseram isso uma vez, realmente sou muito previsível. Digamos que seja apenas mais uma tentativa frustrada de exilar pensamentos (?).
Sexta-feira e final de expediente. Confesso ter coisas para fazer (que o André não leia isso), mas não consigo me concentrar em praticamente nada, e isso é desde quando cheguei ao trabalho. Ainda não identifiquei o motivo para esse modo relapso em que estou, talvez seja a prova de amanhã e a minha falta de estudo. Ou pode ser a angústia e a insatisfação que venho sentindo pelo sei lá o quê.
Ultimamente coisas (muito) inesperadas têm acontecido, coisas que até eu mesma condenava. Mas o quê posso fazer? O jovem brasiliense está sujeito (condenado) à essa realidade "acultural" de Brasília. Hehehehe... Engraçado, não? Pense... A maioria dos brasilienses são jovens que sofrem da síndrome de "Cult" com uma concentrada dose de feeling londrino. Somos todos pré-fabricados. As meninas vêm de sapatilhas e bolsas da moda, já os meninos vêm com o look Mtv. Patético. Mas eu estava falando a respeito das coisas inesperada que têm acontecido, não é mesmo?
Uma dessas coisas foi reencontrar os amigos, família, lugares, túmulos, fotos... Enfim, tudo aquilo que durante cinco anos, e de forma inevitável, foram deixados para trás. De certa forma é bom saber que algumas coisas mudaram e outras não, mas o que mais se destaca é o relacionamento dos três irmãos. Estava pensando a respeito disso agora pouco... Apesar de tantas brigas, chutes, choros, murros e feridas, os três irmãos Ávila agora são amigos. Continuamos a pentelhar um ao outro, claro, mas não como antes. Agora é gostoso e bem mais fácil falar que os amo. Sei que, apesar de cada um morar em lugares diferentes, podemos contar um com o outro. E que assim seja!
E, meu Deus! Quantos pensamentos avulsos para apenas 30 minutos. Bem, deixa eu arrumar minhas coisas e ir para a faculdade. Dona Nice já me deixa saber que está na hora. Afinal, após ela ter batido no vidro da sala e me chamado para ir embora por três vezes ficou bem mais fácil perceber que já são seis horas.
E, meu Deus! Quantos pensamentos avulsos para apenas 30 minutos. Bem, deixa eu arrumar minhas coisas e ir para a faculdade. Dona Nice já me deixa saber que está na hora. Afinal, após ela ter batido no vidro da sala e me chamado para ir embora por três vezes ficou bem mais fácil perceber que já são seis horas.

Um comentário:
benvinda ao lar!
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