quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Desabafo infantil
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Eticamente ético
Entretanto, o que se diz ser eticamente correto depende da formação de caráter de cada indivíduo, já que a ética é constituida por escolhas individuais daquilo que se define ser o correto a seguir e idealizar. De acordo com o filósofo e professor titular de Ética e Filosofia Política da USP, sr. Renato Janine Ribeiro, a prática da ética se dá através do questionamento. Ele define ética como a escolha difícil e complicada que cada indivíduo faz mediante situações problemáticas, sendo a moral os costumes adotados por uma sociedade ou grupo que são seguidos sem que sejam problematizados. O Prof. Roberto acredita que um indivíduo se constrói ético diante de um dilema, e não apenas pelo o fato de seguir um conjunto de regras pré-estabelecidas; não há meios de certificarmos se uma pessoa é ética ou não. O que realmente acontece é uma busca contínua das pessoas por escolhas quando diante de conflitos de valores. A ética não é apenas uma questão de resultado de comportamento, mas sim de questionamentos proporcionados pelas escolhas e dúvidas que as pessoas passam ao escolher um certo valor ou outro. Não há resposta pronta para o que é corretamente ético. Essa questão dependerá muito da situação e da escolha tomada pelo o indivíduo.
Ao contrário das leis, que são normas obedecidas pelas pessoas sem que, necessariamente, estejam de acordo com elas, a ética é o que leva o indivíduo a agir de certa forma ou outra. Não importa aos outros por que não roubamos ou não matamos, por exemplo. O importante É NÃO roubarmos ou matarmos. Ou seja, dentro de um convívio social, o que interessa é o resultado visto de nossas ações, pois, apesar de recomendações éticas resultarem em uma conduta melhor na sociedade por parte de todos, elas não fazem com que nós, necessariamente, sejamos pessoas éticas.
Apesar de já termos a idéia de que ética está intimamente relacionada à honestidade quanto ao respeito das normas e valores de conduta moral na sociedade, podemos dizer que ela está mais ligada ao que leva uma pessoa a fazer certa escolha do que o conteúdo dessa escolha.
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Trecho...
terça-feira, 24 de junho de 2008
TEMPO QUE FOGE! (Ricardo Gondim)
Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com as mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos. Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos para reverter a miséria do mundo. Não vou mais a workshops onde se ensina como converter milhões usando uma fórmula de poucos pontos. Não quero que me convidem para eventos de um fim-de-semana com a proposta de abalar o milênio.
Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos parlamentares e regimentos internos. Não gosto de assembléias ordinárias em que as organizações procuram se proteger e perpetuar através de infindáveis detalhes organizacionais.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos. Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões de “confrontação”, onde “tiramos fatos a limpo”. Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário do coral.
Já não tenho tempo para debater vírgulas, detalhes gramaticais sutis, ou sobre as diferentes traduções da Bíblia. Não quero ficar explicando porque gosto da Nova Versão Internacional das Escrituras, só porque há um grupo que a considera herética. Minha resposta será curta e delicada:
- Gosto, e ponto final! Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou:
“As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos”. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos.
Já não tenho tempo para ficar dando explicação aos medianos se estou ou não perdendo a fé, porque admiro a poesia do Chico Buarque e do Vinícius de Moraes; a voz da Maria Bethânia; os livros de Machado de Assis, Thomas Mann, Ernest Hemingway e José Lins do Rego.
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita para a “última hora”, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja andar humildemente com Deus.
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Mentira de muleta
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
So far away - (Staind)
It's not what it was before
All these feelings I've shared
And these are my dreams
That I'd never lived before
Somebody shake me 'cause I
I must be sleeping
Now that we're here, it's so far away
All the struggle we thought was in vain
And all the mistakes, one life contained
They all finally start to go away
And now that we're here, it's so far away
And I feel like I can face the day
And I can forgive
And I'm not ashamed to be
The Person that I am today
These are my words
That I've never said before
I think I'm doing okay
And this is the smileThat
I've never shown before
Somebody shake me 'cause I
I must be sleeping
Now that we're here, it's so far away
All the struggle we thought was in vain
And all the mistakes, one life contained
They all finally start to go away
And now that we're here, it's so far away
And I feel like I can face the day
I can forgive
And I'm not ashamed to be
The Person that I am today
I'm so afraid of waking
Please don't shake me
Afraid of waking
Please don't shake me
domingo, 7 de outubro de 2007
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Desejo
Só por isso são chamadas eternas.
As estrelas, dolorosas lanternas
Que não sabem o que é deixar de ser.
Ó força incognoscível que governas
O meu querer, como o meu não-querer.
Quisera estar entre as simples luzernas
Que morrem no primeiro entardecer.
Ser deus - e não as coisas mais ditosas
Quanto mais brever, como são as rosas
É não sonhar, é nada mais obter.
Ó alegria dourada de o não ser
Entre as coisas que são, e as nebulosas,
Que não conseguiu dormir nem morrer.
(Cassiano Ricardo)
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Pai...
16 anos sem te ver e sem te conhecer...
É a minha curiosidade
E a minha saudade.
É a minha fonte de inspiração
Mas às vezes,
É muito difícil admirar o que não sei
E mais estranho é sentir falta daquilo que mal conheço....
O '25' te trouxe,
E um pouco mais tarde te levou...
Não tive muito tempo para curtir nossa relação
Mas com certeza,
Os oito anos que tive ao seu lado
Foram os melhores anos da minha vida.
Foram cheios de alegrias e sorrisos,
Choros e 'dodóis'.
Oito anos de aprendizagem e exemplos de vida.
Foram oito anos com você...
Oito anos de pai e filha,
...anos nos quais tínhamos o elenco completo.
Esse pouco tempo que tivemos juntos
Foi mais que o suficiente para sempre amar-te
E ter a certeza de que tive,
E ainda tenho,
Um pai maravilhoso
E que está sempre presente em minha vida.
Texto antigo... mais ou menos de quando eu tinha meus quatorze ou quinze anos... A parte chata é que sempre aumenta um ano...
domingo, 23 de setembro de 2007
Gratidão
=)
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Wake your mind up
SAME MISTAKE TWICE
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
terça-feira, 28 de agosto de 2007
Fabíííííííííooola!
Fabíola. Esse era o nome que nos levaria para duas mesas atrás. O problema era, quando tivemos a chance de falar com ela já era tarde demais. Fabíola já estava apertada. Dançava uma coreografia nada ensaiada, desengonçada e dolorida. Estávamos na fila para o banheiro. Fabíola não sabia se dançava, se ria, se segurava ou se ficava impressionada com tantas emoções assim juntas. Pobre Fabíola... De tão apertada que estava (e também devo dizer cafona, afinal, o modelito de tigresa-enfurnada-nos-anos-oitenta não estava ajudando muito...) deram a vez de outra pessoa a ela. Alívio! Entrou correndo. Nesse curtíssimo tempo, as poucas coisas que ficamos sabendo enquanto a aflita menina dava seus últimos pulinhos e andava, era que ela também não sabia o nome do alvo, mas que mesmo assim falaria com ele.
"And I wait here another time, Like a thousand times before..."
Inacreditável como sempre acabamos assim. Será que dessa vez vai ser como da primeira? Vamos sumir um do outro? Não nos falarmos mais e fingir que cada um está tocando a vida adiante? Miséria! Se for assim, eu acabo de ter a certeza que joguei sete anos do tempo na lata do lixo.
A garganta está totalmente seca. Não consigo pensar direito, as idéias me aparecem todas confusas. Não quero isso tudo de novo... Ajuda!?
Pausa para a música...
Oh the tears that you weep
For the poor tortured souls
Who fall at your feet
With their love begging bowls
All the clerks and the tailors
All good at their trades, but
They'll always be failures
Alms for the poor
For the wretched desciples
And the love that they swore
With their hearts on the bible
Beseeching the honor
To sit at your table
And feast on your holiness
As long as they're able
Love needs its martyrs
Needs its sacrifices
They live for your beauty
And pay for their vices
Love will be the death of
My lonely soul brothers
But their spirit shall live on in
The hearts of all lovers
Your holding court
With your lips and your smile
Your body's a halo
Their minds are on trial
Sure as adam is eve
Sure as jonah turned whaler
They're crooked love thieves
And you are their jailor
Love needs its martyrs
Needs its sacrifices
They live for your beauty
And pay for their vices
Love will be the death of
My lonely soul brothers
But their spirit shall live on in
The hearts of all others
Love will be the death of
My lonely soul brothers
But their spirit shall live on in
The hearts of all others
Uma pausa para a música. Não. Eu não estou querendo passar mensagem subliminar alguma através dessa música. Ela simplesmente foi a trilha sonora da volta para casa. E ficou na cabeça. Assim como ele também ficou.
domingo, 26 de agosto de 2007
Ela era linda, mas significava nada para mim...
Ultimamente, Sofia tem conversado muito com um quase novo amigo. Adquiriu a liberdade de rir junto dele, e ainda lhe perguntar e conversar a respeito de assuntos pessoais. Essa semana, durante a resposta para uma das inúmeras perguntas de Sofia, o amigo veio com a definição do "ciclo". "Talvez Sofia, o ciclo dele ainda não esteja fechado. Ou pode ser que ele se prenda ou ainda é fascinado por algo em essa outra pessoa... De repente, é dessa forma que ele 'funciona' ".
Sofia achou isso muito interessante. Ela pensou a respeito disso durante todo o resto do expediente daquele dia e por muitos outros. Foi assim que ela resolveu fechar o seu ciclo. Afinal, cansada do jeito que estava, não poderia deixar que "um ciclo mal resolvido" piorasse as coisas para o seu lado. E dessa forma foi dado início ao processo de cura. Mudou a triste estação do rádio para uma outra bem mais "descolada", deixou que seu corpo e mente se tranquilizassem mais, deu um grande beijo em seu sobrinho e colou um sorriso novinho em folha no rosto.
Estava tudo indo conforme o planejado. Não se incomodou em momento algum se Noah ligasse ou não, conseguiu não pensar nele durante grande parte do seu dia e estava satisfeita com a idéia de ter apenas a amizade dele. Veio o final de semana. Na sexta-feira logo após a aula na faculdade, ela foi para casa e ficou estudando para a prova de sábado até às 5:40 da manhã. Fez a prova poucas horas depois dessa mesma manhã e logo em seguida se deu o luxo de ir fazer as unhas também.
Após ter dormido durante toda a tarde daquele sábado, Sofia tomou um banho ao som de 311 e se arrumou em resposta ao telefonema da Amelie para irem à festa da Mandy, que é amiga da Melanie e que é amiga da Amelie. Vestiu uma calça aqui, uma blusa alí, um sapatinho, bolsa, maquiagem, perfume e lá foi ela. Resolveram sair antes do horário da festa e se encontrarem no mais novo 'previsível lugar de sempre', a idéia era de que discutissem o sexo dos anjos. Conversavam sobre tudo e todos, risadinhas e piadas estavam liberadas pelo o resto da noite. A azaração também já havia começado. Era o cara de camiseta verde que olhava para o rumo da mesa delas, o grandão careca que chamou a atenção da Amelie, o cabeludo de cachinhos que na cara dura já quis se enturmar, e as olhadas de Amelie e Sofia para os demais que naquele momento ganharam o título de “Ah! Esse eu pegava...”
Durante esse tempo, Sofia recebeu duas ligações do Noah no seu celular e ainda achou um dos amigos dele por lá. Acabaram todos sentados ao redor da mesa, rindo e falando sabe-se lá do quê. Até mesmo o Noah acabou aparecendo por lá, mais louco e escandaloso do que nunca. Sofia se sentia bem. Estava feliz, se sentia tranquila e em momento algum teve problemas com a presença dele. Seria esse o início de uma nova fase para Sofia? Ah, que maravilha... Ela sempre se diverte e se divertiu muito naquela noite com os amigos dele e os seus. Estava tão bom que as duas moças já nem se lembravam mais do aniversário da Mandy. Até uma espécie de celebração/ ritual aconteceu em comemoração ao vencimento da permissão de motorista de Sofia. Quantas “idéias-de-Girico” surgem quando pessoas desconhecidas e com afinidades de muitos anos se encontram!
Entre surtos e escândalos, conversas e gritarias, Sofia e Noah estavam sentados lado a lado. Tempo passa e a oportunidade de dar merda aparece. Aliás, ela não só aparece mas como acontece. O beijo quase que acontece alí mesmo com todos os outros por perto, mas o amigo (infeliz) que o havia trazido já estava de saída e Noah tinha que pegar a guitarra no carro do amigo. Como sempre, Sofia e sua falta de noção e de sabedoria em dizer “não” ficou de o levar para casa, então ela foi com eles até o carro do amigo pegar a guitarra e colocar em seu carro. Pronto! Daí em diante nada mais deu certo...
E encostados no carro ficaram. Ela ganhava beijo e tudo aquilo mais que já queria ter escutado. Ele soltou ao pé do ouvido dela que estava ficando apaixonado, mas que tinha medo de passar novamente por tudo que já havia passado... Noah pedia que ela ficasse com ele e, que de certa forma, ele tinha a certeza de que tinham de tudo para dar certo. Estava tudo muito perfeito... Tudo muito bom... Mãozinhas dadas, selinhos, brincadeiras, cosquinhas e murmúrios ao pé do ouvido, e tudo isso sob uma linda noite de lua cheia.
Já no domingo, Sofia se entregou ao cansaço de ter chegado em casa às 5:45 da manhã. Seu corpo não correspondia às suas expectativas de se manter acordada e evitar problemas com sua mãe. Mas ela não deu conta, continuou com o sono até quando pôde. Entre tantas coisas a serem feitas naquele domingo, Sofia reprimia o desejo de receber ao menos uma mensagem ou telefonema de Noah. Como ele não deu nenhum sinal durante o dia, a garota já logo percebeu que esse seria apenas mais um acontecido como vários outros anteriores. Não era a primeira vez que Sofia e Noah se encontravam assim, e tão pouco era a primeira vez que Noah não dava sinal de vida no dia seguinte ou fingisse que nada havia acontecido.
No início da noite Sofia resolveu conectar-se ao MSN e ver se havia ao menos um de seus amigos disponível para conversar. Ficou por alí conversando com um ou dois amigos, mas o assunto não a interessava tanto assim. Achou que aproveitaria mais o seu tempo escrevendo textos ou algo semelhante. Isso seria seu novo método para tentar controlar seus momentos ansiosos e não ir atrás de coisas que a faziam mal, era uma forma de simplesmente organizar suas idéias, pensamentos e sentimentos. Ela achou que seria interessante escrever um pouco, e com a omissão de certos detalhes, a respeito do que havia acontecido na noite anterior. E assim o fez.
Enquanto escrevia seu texto contando todo aquele momento mágico que teve com Noah e ao mesmo tempo se controlando para não subir muito às nuvens, eis que o aviso de mensagem do MSN toca. Era Noah dizendo mais um de seus “Olás!”. Sofia, controladamente e com seus pés no chão, respondeu com um tímido e simples “Oi!”. Noah não poupou tempo e muito menos mediu esforços ao ser, mais uma vez, um cara-de-pau do tipo cretino. As suas próximas mensagens pelo MSN foram amostras de vômitos dizendo que havia ficado muito ruim na noite anterior e que havia dormido durante toda a tarde de domingo. Falou com todas as palavras que simplesmente não se lembrava de nada do que havia acontecido, que essa foi a primeira vez em que ele bebeu tanto ao ponto de ‘dar branco’ no dia segiunte. A partir desse momento Sofia se odiava. Era incontrolável sentir a febre de ódio queimando por todas as partes de seu corpo e o sentimento de decepção que sentiu de si mesma.
No momento, e devido a um imenso nó que sentiu em sua garganta, ela ficou estática. Ela não consegiua pensar e muito menos falar nada. Como poderia alguém ser tão cretino ao ponto de fazer tudo isso e usar das mais esfarrapadas de todas as desculpas disponíveis no mundo? Covardia. Era isso. Noah não passava de um simples covarde filho da mãe. Porém, o que mais remoía o estômago dela era a raiva que estava de si mesma; mais uma vez ela havia bancado a mulher de malandro. Justo ela que já estava pronta para recomeçar, estava feliz e decidida a se apaixonar por um outro alguém. Ela não se perdoava por ter caído naquele jogo novamente, não perdoava o fato de ter deixado para trás toda aquela paz e tranquilidade que foi conquistada com tanto esforço. Agora, era fechar logo esse “ciclo” maldito. Esse era o único pensamento que ela conseguia ter, o que mais queria era fechar esse “ciclo” e seguir em frente. Ao mesmo tempo, ela não conseguia parar de se perguntar se ele realmente não se lembrava de nada. “Como assim não se lembra de absolutamente nada?? NADA?! Faça mil favores... É como se estivesse me chamando de idiota na cara dura!”. Sem perdão.
Decepcionada consigo mesma, a garota dá início ao recomeço de sua cura. Começa a puxar em sua mente motivos maiores que sua paixão por Noah para esquecê-lo. “Ele nunca está ao meu lado quando preciso, vive fazendo esse jogo de gato e rato. Definitivamente só procura quando precisa, faz de mim um ombro de escuta para seus problemas. Afff... Me sinto usada por ele e ainda me deixo cair em mais uma de suas canalhices. Eu já deveria saber...” Sofia até se perguntava se não estava sendo exagerada e/ou dramática por demais, mas o fato é que ela já se sentia demasiadamente cansada de tudo aquilo. Por que não poderiam as coisas serem um pouco menos complicadas? Qual seria o motivo para esse teatro todo? Qual prazer Noah sentia em fazer isso? Ela também se perguntava isso a cada minuto e nunca achava a resposta.
Ainda com o nó atravessado em sua garganta, Sofia decidiu terminar de escrever sobre o acontecido na noite anterior. Pena que o desfecho para a sua história seria baseado nos piores cinco minutos de conversa que ela teve naquele domingo. E assim foi. Ela terminou seu conto, se sentiu um pouco mais aliviada, vestiu seu pijama e foi dormir. Foi dormir se sentindo uma fracassada, humilhada, usada, completa idiota, e com um ódio imensurável de si mesma.
Boa noite, Sofia! E bela tentativa...
(História com direito a nomes cults e com um feeling gringo.)
sábado, 25 de agosto de 2007
25/08
O problema não é a hora, ou muito menos a bagunça sobre a mesa. A questão é que acabei de me tocar que hoje, 25/08/2007, é exatamente o dia em que falta um mês para 16 anos. Inacreditável... E depois dizem que o tempo não passa. ts ts ts ts ts
E ainda em ritmo de datas comemorativas, a minha permissão vence hoje! Segunda-feira promete...
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
Ócio
E, meu Deus! Quantos pensamentos avulsos para apenas 30 minutos. Bem, deixa eu arrumar minhas coisas e ir para a faculdade. Dona Nice já me deixa saber que está na hora. Afinal, após ela ter batido no vidro da sala e me chamado para ir embora por três vezes ficou bem mais fácil perceber que já são seis horas.

